Branded Content: Como aplicar?

A produção de conteúdo relevante é uma das formas mais eficazes de engajar o público e construir uma marca forte. Nesse contexto, o branded content se destaca como uma estratégia essencial para fortalecer a presença digital das empresas.

Ele permite criar conexões autênticas com os consumidores, diferenciando-se das campanhas publicitárias tradicionais. Empresas do setor de energia, por exemplo, utilizam branded content para conscientizar sobre sustentabilidade, eficiência energética e inovação tecnológica.

O que é branded content?

Branded content é uma estratégia de marketing focada na produção de conteúdo que fortalece a identidade da marca sem promover diretamente produtos ou serviços.

Diferente da publicidade tradicional, que busca vender de forma direta, o branded content cria narrativas envolventes para gerar conexões emocionais com o público.

Como aplicar estratégias de branded content?

Para implementar branded content de forma eficaz, é essencial seguir algumas diretrizes:

  1. Definir um objetivo claro: Antes de criar conteúdo, é necessário entender quais são as metas da estratégia, como reconhecimento de marca, educação do público ou engajamento.
  2. Conhecer o público-alvo: Compreender os interesses e dores dos consumidores é essencial para produzir conteúdo relevante. No setor de energia, por exemplo, é importante abordar temas como sustentabilidade e redução de custos com energia.
  3. Criar narrativas envolventes: O storytelling é um dos pilares do branded content, permitindo que a marca conte histórias autênticas e impactantes.
  4. Usar múltiplos formatos: Conteúdo pode ser distribuído em blogs, vídeos, redes sociais e podcasts, ampliando o alcance da mensagem.
  5. Integrar com estratégias de SEO: O SEO é fundamental para aumentar a visibilidade do conteúdo, garantindo que ele seja encontrado pelos usuários nos mecanismos de busca.
  6. Mensurar os resultados: Utilizar KPIs para avaliar o impacto do conteúdo é essencial para ajustes e melhorias na estratégia.

Quais são os três pilares da estratégia de branded content?

Uma estratégia de branded content eficaz se baseia em três pilares fundamentais:

  1. Autenticidade: O conteúdo deve refletir os valores e a identidade da marca, proporcionando uma experiência genuína ao público.
  2. Relevância: O material precisa estar alinhado com os interesses do público-alvo, abordando temas que realmente agreguem valor.
  3. Engajamento: A interação do público é essencial. Um conteúdo bem planejado gera compartilhamentos, comentários e maior conexão com a marca.

Qual a diferença entre marketing de conteúdo e branded content?

Embora estejam relacionados, marketing de conteúdo e branded content possuem diferenças importantes.

  • Marketing de Conteúdo: Foca na produção de materiais educativos e informativos para atrair, engajar e converter leads.
  • Branded Content: Enfatiza a identidade da marca através de histórias e experiências imersivas, criando conexão emocional.

O ideal é que as empresas integrem ambas as estratégias para potencializar sua presença digital.

Branded content e inbound marketing: qual importância?

O inbound marketing tem como princípio atrair e converter clientes por meio de conteúdo relevante. O branded content complementa essa estratégia ao fortalecer a percepção da marca e criar conexões mais profundas com o público.

Empresas do setor de energia podem usar branded content para engajar consumidores, mostrar histórias reais de impacto da energia solar e reforçar sua autoridade no mercado.

4 exemplos de branded content

1. Red Bull – Stratos

A Red Bull patrocinou o projeto Stratos, no qual Felix Baumgartner saltou da estratosfera, quebrando recordes mundiais. O evento foi transmitido ao vivo para milhões de pessoas, fortalecendo a associação da marca com esportes radicais e adrenalina.

2. The Lego Movie (2014)

A LEGO produziu um filme de animação que, além de entreter, reforçou sua marca e impulsionou vendas. O sucesso foi tão grande que gerou sequências e produtos temáticos, tornando-se um case icônico de branded content no entretenimento.

3. Dove – Real Beauty Sketches

A campanha da Dove trouxe um experimento social no qual um desenhista forense criava retratos de mulheres com base em suas descrições e na visão de terceiros. O objetivo era mostrar a diferença entre como as mulheres se veem e como são vistas pelos outros, reforçando a mensagem da beleza real.

4. Michelin – Guia Michelin

O Guia Michelin, criado pela empresa de pneus Michelin, inicialmente tinha o objetivo de incentivar viagens de carro e, consequentemente, aumentar a demanda por pneus. Hoje, tornou-se uma referência global para restaurantes e turismo, consolidando a marca além do setor automotivo.


Agência de marketing em São Paulo

Descubra como uma agência de marketing em São Paulo pode impulsionar sua empresa com estratégias eficientes, SEO e consultoria especializada.

A cidade de São Paulo é um dos maiores polos econômicos do Brasil, reunindo empresas de diferentes setores que competem diariamente pela atenção do público. Para se destacar nesse ambiente dinâmico, contar com uma agência de marketing em São Paulo pode ser a chave para o sucesso.

Essas agências oferecem estratégias avançadas que incluem SEO, e-commerce, mídia paga, CRM, permitindo que empresas de diversos setores e outros segmentos conquistem um espaço relevante no mercado.

O que faz uma agência de marketing?

Uma agência de marketing atua na criação e execução de estratégias para promover marcas, produtos e serviços. Seu objetivo é gerar visibilidade, engajamento e conversões por meio de diferentes canais. Essas estratégias podem ser fundamentais para atrair investidores, clientes e parceiros.

Entre as principais atividades de uma agência de marketing, destacam-se:

  • Planejamento estratégico de marketing;
  • Criação de conteúdo e branding;
  • Otimização para mecanismos de busca (SEO);
  • Gestão de tráfego pago e mídia paga;
  • Automação de marketing e CRM;
  • Consultoria de marketing em São Paulo para empresas que buscam estratégias personalizadas.

Como escolher a melhor agência de marketing em São Paulo?

A escolha da agência ideal deve levar em consideração fatores como expertise, portfólio e metodologia de trabalho. Uma agência reconhecida, como a Senso Performance, oferece soluções estratégicas baseadas em dados, garantindo que o investimento em marketing gere resultados concretos.

Critérios para escolher a melhor agência:

  • Experiência no segmento de atuação;
  • Cases de sucesso e resultados comprovados;
  • Uso de ferramentas avançadas como CRM e SEO;
  • Capacidade de personalização das estratégias conforme o ICP marketing.

Serviços de uma agência de marketing

Uma agência de marketing em São Paulo oferece uma ampla gama de serviços que atendem diferentes necessidades empresariais, incluindo:

  • Marketing digital e inbound marketing;
  • Desenvolvimento de campanhas de mídia paga;
  • Gestão e otimização de SEO para melhorar a posição no Google;
  • Criação de estratégias para e-commerce;
  • Análise e segmentação de público via CRM;
  • Consultoria de marketing em São Paulo para empresas que precisam aprimorar sua abordagem digital.

5 benefícios de contar com uma agência

A contratação de uma agência de marketing proporciona diversas vantagens, tais como:

  1. Acesso a especialistas: Contar com profissionais experientes nas mais diversas áreas do marketing digital.
  2. Redução de custos operacionais: Evita os altos gastos com contratações e treinamentos internos.
  3. Uso de tecnologia e automação: Ferramentas como CRM e plataformas de SEO otimizam os processos.
  4. Melhor aproveitamento de campanhas: Estratégias baseadas em dados maximizam o retorno sobre investimento.
  5. Foco no core business: Permite que a empresa se concentre em suas atividades principais enquanto a agência cuida do marketing.

Agência ou time interno: O que escolher?

A dúvida entre contratar uma agência de marketing em São Paulo ou manter um time interno é comum entre empresas que desejam expandir sua presença digital. Embora um time interno tenha conhecimento específico da empresa, uma agência de marketing oferece:

  • Acesso a um time multidisciplinar de especialistas;
  • Maior flexibilidade para se adaptar às mudanças do mercado;
  • Uso de ferramentas avançadas para otimização de campanhas;
  • Maior eficiência em estratégias como SEO, e-commerce e mídia paga.

Portanto, para empresas que buscam resultados rápidos e escaláveis, a contratação de uma agência de marketing em São Paulo é a escolha mais vantajosa.

Como destacar seu negócio em São Paulo: 5 estratégias

Para se sobressair no competitivo mercado paulista, algumas estratégias são essenciais:

  1. SEO e marketing de conteúdo: Garantir um site otimizado para buscas aumenta a visibilidade orgânica.
  2. E-commerce estruturado: Para empresas de diversos setores, vender serviços ou equipamentos online pode ser uma vantagem competitiva.
  3. Mídia paga estratégica: Campanhas bem segmentadas aumentam as chances de conversão.
  4. CRM e automação de marketing: O uso dessas ferramentas permite uma gestão eficiente do relacionamento com clientes.
  5. Consultoria de marketing em São Paulo: Contar com especialistas locais possibilita estratégias mais alinhadas ao público-alvo.

Agência de SEO: O que faz?

Descubra o papel de uma agência de SEO, seus principais pilares e benefícios, e como ela pode otimizar estratégias no setor de energia.

O marketing digital tem se tornado um componente essencial para empresas de diversos segmentos, incluindo o setor de energia. Dentro desse contexto, uma agência de SEO desempenha um papel crucial, otimizando sites para mecanismos de busca e garantindo maior visibilidade orgânica.

Ao longo deste artigo, exploraremos os principais conceitos relacionados ao SEO, seus benefícios, pilares e como uma agência especializada pode auxiliar empresas a alcançarem melhores resultados.

O que é SEO?

SEO (Search Engine Optimization) refere-se ao conjunto de práticas e técnicas aplicadas para melhorar o posicionamento de um site nos mecanismos de busca, como o Google. Diferente da mídia paga, que gera tráfego imediato, o SEO busca resultados sustentáveis a longo prazo por meio de otimizações estruturais, técnicas e de conteúdo.

No setor de energia, a aplicação do SEO é essencial para atrair consumidores e investidores, garantindo que informações relevantes sobre serviços e produtos sejam facilmente encontradas.

Quais os benefícios de SEO?

A implementação eficaz de estratégias de SEO proporciona diversas vantagens, tais como:

  • Aumento de tráfego orgânico: Melhoria na visibilidade do site sem depender de anúncios pagos.
  • Maior credibilidade e autoridade: Sites bem posicionados transmitem mais confiança ao público.
  • Redução de custos de aquisição de clientes: Diferente da mídia paga, o SEO reduz a dependência de investimentos contínuos.
  • Melhoria na experiência do usuário: Um site otimizado melhora a navegação e conversão.

Quais são os pilares de SEO?

Para entender melhor como a área desempenha seu papel, separamos os pilares de SEO:

SEO On Page

O SEO On Page engloba todas as otimizações realizadas dentro do próprio site, incluindo estrutura de conteúdo, uso de palavras-chave estratégicas, formatação correta e melhoria na usabilidade. Para empresas do setor energético, isso significa garantir que informações sobre eficiência energética, painéis solares e tarifas sejam bem apresentadas e de fácil acesso.

SEO Técnico

O SEO Técnico trata dos aspectos estruturais que impactam a indexação e experiência do usuário.

HTML, CSS e Javascript

O uso adequado desses elementos é essencial para garantir que os motores de busca possam interpretar corretamente o conteúdo do site.

Renderização

A renderização correta das páginas impacta diretamente a indexação no Google, garantindo que todo o conteúdo seja compreendido pelos robôs de busca.

Back End e SEO

A estrutura de servidores, tempo de resposta e qualidade do código influenciam diretamente a performance do SEO. A implementação de soluções escaláveis é essencial para empresas de energia que lidam com grande volume de tráfego.

SEO Off Page

As estratégias de SEO Off Page envolvem fatores externos ao site, fundamentais para construção de autoridade.

Digital PR

O relacionamento com portais e veículos de comunicação fortalece a presença digital da empresa e gera backlinks de qualidade.

Assessoria de imprensa

Uma estratégia de assessoria de imprensa bem alinhada ao SEO pode garantir menções em grandes sites e aumentar a relevância da empresa nos motores de busca.

O que faz uma agência de SEO?

Uma agência de SEO é especializada na criação e execução de estratégias que melhoram a visibilidade de um site nos mecanismos de busca. Suas principais atividades incluem:

  • Análise de palavras-chave para identificar oportunidades de tráfego;
  • Otimização técnica do site, garantindo melhor indexação e desempenho;
  • Criação de conteúdo otimizado, voltado para aumentar o engajamento do público;
  • Monitoramento e ajustes contínuos, assegurando a evolução das estratégias ao longo do tempo.

No setor energético, uma agência de SEO pode ajudar empresas a se posicionarem como referências, impulsionando o alcance orgânico e aprimorando a geração de leads qualificados.

O que esperar de resultado de uma agência de SEO?

Os resultados de uma estratégia de SEO não são imediatos, mas podem ser altamente vantajosos a médio e longo prazo. Algumas expectativas realistas incluem:

  • Aumento gradual no tráfego orgânico;
  • Melhora no posicionamento para palavras-chave estratégicas;
  • Crescimento da conversão de visitantes em clientes;
  • Redução de custos com mídia paga devido ao tráfego orgânico qualificado.

Agência de SEO para E-commerce: Quais métricas olhar?

Para empresas que atuam no setor de energia e possuem lojas online, o SEO para e-commerce é um fator determinante para o sucesso digital. Algumas métricas essenciais incluem:

  • Taxa de conversão: Mede a efetividade da jornada do usuário.
  • Custo por aquisição de cliente (CAC): Avalia a eficiência das estratégias de SEO em relação a investimentos.
  • Tempo médio na página: Indica o engajamento dos visitantes com o conteúdo.
  • Retorno sobre investimento (ROI): Mensura os ganhos financeiros gerados pelas estratégias implementadas.

Além disso, a integração do SEO com ICP marketing, CRM e outras ferramentas analíticas potencializa a captação e retenção de clientes no setor energético.

Conclusão

A contratação de uma agência de SEO pode ser um diferencial para empresas do setor de energia que desejam expandir sua presença digital e aumentar sua competitividade. Com estratégias bem definidas e acompanhamento contínuo, é possível obter tráfego qualificado, fortalecer a autoridade da marca e melhorar os resultados de conversão.

O uso de práticas eficazes, alinhadas às demandas do mercado, assegura crescimento sustentável e maior alcance junto ao público-alvo.


Marketing de relacionamento: O que é e como aplicar?

O marketing de relacionamento tem ganhado relevância em diversos setores, onde as empresas buscam estreitar laços com clientes e stakeholders para garantir fidelização e engajamento.

Este artigo explora os conceitos fundamentais do marketing de relacionamento, suas estratégias, aplicações e diferenciações com o CRM marketing.

O que é marketing de relacionamento?

O marketing de relacionamento pode ser definido como um conjunto de estratégias voltadas para criar e manter relações duradouras com os clientes. Diferente do marketing tradicional, que foca em aquisição de novos consumidores, o marketing de relacionamento visa fortalecer o vínculo entre a empresa e os clientes já existentes, promovendo um relacionamento baseado em confiança e lealdade.

Essa abordagem se torna essencial devido à alta concorrência e à necessidade de manter a satisfação do consumidor em um ambiente regulado e dinâmico.

Empresas do setor utilizam ferramentas como o CRM para e-commerce e SEO para otimizar interações e personalizar a experiência do cliente, garantindo um atendimento mais eficiente e alinhado às expectativas do mercado.

Quais são as 4 estratégias do marketing de relacionamento?

Existem quatro principais estratégias utilizadas no marketing de relacionamento:

  1. Personalização do atendimento: Empresas de diversos setores podem usar tecnologias como CRM marketing para coletar dados sobre seus clientes e oferecer serviços personalizados, desde sugestões de consumo até planos tarifários mais adequados.
  2. Programa de fidelidade e recompensas: Um exemplo prático é a oferta de descontos para clientes que adotam soluções sustentáveis, como consumo eficiente.
  3. Comunicação eficaz e ativa: O uso de SEO e estratégias de marketing de performance em campanhas digitais possibilita que as empresas forneçam informações relevantes aos clientes de forma segmentada e automatizada.
  4. Pós-venda e suporte: Garantir que o consumidor tenha suporte adequado é crucial. Monitoramento de consumo e serviços proativos de atendimento são algumas formas de fortalecer a relação com o cliente.

O que faz o profissional de marketing de relacionamento?

O profissional de marketing de relacionamento é responsável por criar, implementar e monitorar estratégias voltadas à retenção e fidelização de clientes. Esse profissional trabalha para entender as necessidades dos consumidores, propor soluções personalizadas e utilizar ferramentas como CRM marketing para melhorar a comunicação e a experiência do usuário.

Suas principais atividades incluem:

  • Desenvolvimento de campanhas personalizadas;
  • Uso de análise de dados para prever o comportamento do consumidor;
  • Implementação de estratégias de SEO para melhor posicionamento online;
  • Gestão de ferramentas de CRM para e-commerce e atendimento multicanal.

Qual a diferença entre CRM e marketing de relacionamento?

Embora complementares, CRM e marketing de relacionamento são conceitos distintos. CRM (Customer Relationship Management) refere-se a um conjunto de tecnologias e processos utilizados para gerenciar interações com clientes, otimizando o armazenamento de dados e facilitando a personalização do atendimento.

Já o marketing de relacionamento é uma estratégia mais ampla que engloba táticas para fidelizar clientes, aumentar a satisfação e promover o engajamento. O CRM marketing é uma ferramenta essencial dentro do marketing de relacionamento, permitindo que as empresas coletem e analisem informações valiosas para tomar decisões estratégicas.

Vantagens e desvantagens

Como qualquer estratégia de negócios, o marketing de relacionamento apresenta vantagens e desafios que devem ser considerados:

Vantagens:

  • Fidelização de clientes: Aumenta a retenção e a satisfação do consumidor.
  • Diferenciação competitiva: Empresas que investem em relacionamento se destacam no mercado.
  • Melhoria na experiência do cliente: Com uso de CRM para e-commerce e estratégias de marketing de performance, as interações são mais eficazes e direcionadas.
  • Aumento do valor do cliente ao longo do tempo (LTV – Lifetime Value): Clientes satisfeitos tendem a consumir mais e indicar a empresa.

Desvantagens:

  • Investimento inicial elevado: Ferramentas como CRM marketing podem exigir investimentos consideráveis.
  • Tempo para obter resultados: Construir relações leva tempo e exige constância nas interações.
  • Gestão complexa de dados: A análise de informações exige competência técnica e uso de sistemas avançados.

ROAS: O que é e como calcular?

O mundo do marketing digital exige métricas precisas para avaliar o desempenho das campanhas publicitárias. Entre essas métricas, o ROAS (Return on Advertising Spend) é uma das mais utilizadas para medir a eficácia da mídia paga para e-commerce.

Compreender o ROAS é essencial para otimizar investimentos, aumentar a lucratividade e garantir um bom retorno do investimento em publicidade.

O que é ROAS?

O ROAS (Return on Advertising Spend), ou retorno sobre o investimento em publicidade, é um indicador que mede a relação entre a receita gerada por uma campanha publicitária e os valores investidos nessa campanha. Diferente do ROI, que analisa o retorno geral do investimento considerando todos os custos da empresa, o ROAS se concentra especificamente no desempenho da publicidade paga.

A fórmula do ROAS é:

Por exemplo, se um e-commerce investe R$ 10.000 em mídia paga e gera R$ 50.000 em vendas, o ROAS será de 5, o que significa que para cada real investido, foram gerados R$ 5 de receita.

Qual é o ROAS ideal?

Não há um ROAS ideal único para todas as empresas, pois isso depende de fatores como nicho de mercado, modelo de negócio, margem de lucro e estratégia comercial. No entanto, algumas diretrizes podem ajudar a definir um bom ROAS:

  • E-commerce com margens baixas: O ROAS deve ser alto para cobrir os custos operacionais e garantir lucratividade.
  • Empresas com alto Lifetime Value (LTV): Um ROAS menor pode ser aceitável se o cliente continuar comprando ao longo do tempo.
  • Setores competitivos: Nichos com alto custo por clique (CPC), como energia solar e mercado financeiro, tendem a exigir um ROAS mais elevado para justificar o investimento.

Como regra geral, um ROAS acima de 3 costuma ser considerado positivo para a maioria dos e-commerces.

ROAS para e-commerce

No e-commerce, o ROAS é um dos principais indicadores para avaliar o sucesso de campanhas de mídia paga. No entanto, seu valor deve ser analisado junto com outras métricas, como Custo de Aquisição de Cliente (CAC), Lifetime Value (LTV) e ticket médio.

Empresas que conhecem bem seu ICP (Ideal Customer Profile) conseguem estruturar campanhas mais assertivas, reduzindo custos e aumentando o retorno.

Como fazer o cálculo do ROAS?

Para calcular o ROAS corretamente, siga os passos abaixo:

  1. Determine a Receita Gerada pela Campanha: Some todas as vendas atribuídas à campanha.
  2. Some os Custos da Campanha: Inclua gastos com Google Ads, Meta Ads e outras plataformas de mídia paga.
  3. Aplique a Fórmula: Divida a receita pelo custo da campanha.

Exemplo:

  • Receita gerada: R$ 100.000
  • Investimento em publicidade: R$ 25.000
  • ROAS = 100.000 / 25.000 = 4

Isso significa que a cada R$ 1 investido, o e-commerce gerou R$ 4 em receita.

ROAS e ROI: Qual a diferença?

Embora relacionados, o ROAS e o ROI (Retorno sobre Investimento) têm diferenças importantes:

  • ROAS: Mede apenas a eficácia da publicidade paga.
  • ROI: Considera todos os custos da empresa, incluindo operação, logística, impostos e outros fatores.

Um ROAS alto nem sempre indica lucro, pois pode haver custos indiretos não considerados na métrica. Por isso, é essencial acompanhar ambos os indicadores.

Ferramentas para monitorar o ROAS

Monitorar o ROAS em tempo real é crucial para otimizar campanhas e evitar desperdício de investimento. Algumas ferramentas útis incluem:

  • Google Analytics 4: Permite acompanhar conversões atribuídas a campanhas de mídia paga.
  • Google Ads e Meta Ads Manager: Exibem o ROAS diretamente nos relatórios de desempenho.
  • Data Studio: Cria dashboards personalizáveis para análise avançada.
  • SEO e ferramentas de automação: Embora não estejam diretamente ligadas ao ROAS, ajudam a entender a influência do tráfego orgânico nas vendas.

Métricas de mídia paga que impactam no ROAS

Várias métricas influenciam o ROAS. Algumas das principais incluem:

  • Custo por Clique (CPC): Quanto menor o CPC, maior o potencial de um bom ROAS.
  • Taxa de Conversão: Melhorar a usabilidade do site e a experiência do usuário pode aumentar conversões.
  • Custo por Aquisição de Cliente (CAC): Se o CAC for alto, o ROAS precisa ser ainda maior para garantir lucratividade.
  • Ticket Médio: Um ticket médio mais alto tende a melhorar o ROAS.

Principais estratégias de marketing para aumentar o ROAS

Para melhorar o ROAS e maximizar o retorno do investimento em publicidade, considere as seguintes estratégias:

  1. Segmentação Precisa: Análise detalhada do ICP para direcionar campanhas de forma mais assertiva.
  2. Otimização de SEO: O tráfego orgânico pode reduzir dependência de mídia paga e melhorar a lucratividade geral.
  3. Retargeting: Utilização de estratégias de remarketing para impactar leads que já demonstraram interesse.
  4. Melhoria da Página de Destino: Um site otimizado para conversão pode reduzir custos e aumentar o retorno.
  5. Automatização de Anúncios: Plataformas como Google Ads e Meta Ads oferecem automação para otimização contínua.
  6. Testes A/B: Experimentar diferentes criativos, cópias e segmentações para encontrar a combinação mais eficaz.

Ao integrar essas estratégias, empresas de e-commerce podem melhorar a eficiência da mídia paga e maximizar os resultados das campanhas.


Marca ou experiência: para onde vai a lealdade do seu consumidor?

Seja no comércio online ou físico, proporcionar um serviço eficiente e uma experiência livre de frustrações é essencial para conquistar novos clientes, além de manter os atuais. Por isso, quando o assunto é fidelidade do consumidor, a resposta é clara: vivemos o momento da lealdade à experiência. E, então, a sua marca está preparada?

Marcas vêm e vão, agora é hora de encantar

Uma pesquisa sobre Tendências Globais de Experiência Digital, desenvolvida pela FullStory, aponta que 55% dos consumidores entrevistados dificilmente voltariam a fazer negócios com uma empresa que proporcionou uma experiência digital ruim; e que, ao encontrar um problema ou frustração, 64% têm a tendência de sair de um site sem concluir a transação.

Ou seja, a mensagem deixada pelo público é simples: proporcionar um serviço cômodo, atrativo e livre de insatisfações é essencial para toda e qualquer marca.

Outro dado importante foi divulgado pela PwC em uma Pesquisa de Fidelidade do Cliente (2022): 51% dos consumidores seriam menos leais a uma marca se a experiência online não fosse tão agradável quanto a compra física. Agora, se segmentarmos a pesquisa para pessoas da Geração Z, esse percentual aumenta para 69%.

Desafios (e soluções) à vista

Tornar o seu site ou e-commerce atrativo e livre de falhas envolve muito mais do que investimento em programação e engenharia de software. Superar alguns desafios é essencial para atingir esse objetivo, como:

  1. Evitar falhas de comunicação entre equipes, especialmente times que não trabalham em formato presencial

Para isso, é importante investir em ações e ferramentas que facilitem a troca entre os colaboradores, sem a perda de informações valiosas e a temida geração de ruídos. Ainda em relação aos times, foque em manter a produtividade da equipe, sem sobrecarregar. O segredo para isso pode estar cada vez mais no uso inteligente da tecnologia em prol da eficiência.

  1. Aliar experiência personalizada com proteção de dados, respeitando a legislação vigente

Privacidade é a bola da vez quando o assunto é comércio online, e cada vez mais consumidores optam por marcas que valorizam esse aspecto. Mas, para isso, não é necessário deixar de lado uma experiência única que entrega ao consumidor o que ele procura. Busque plataformas que estejam alinhadas com a legislação atual e deixe sempre claro como as informações dos clientes estão sendo utilizadas.

  1. Diferenciar-se e superar concorrentes na esfera online

Pode parecer o maior dos desafios, mas a solução não precisa ser complexa: compreender os desejos dos consumidores deve pautar a caminhada da sua marca. Dados divulgados pela FullStory mostram que 60% dos consumidores estão dispostos a pagar mais por um serviço caso haja uma experiência digital impecável.

  1. Estreitar o relacionamento com o cliente

Por mais desafiadora que essa tarefa pareça ser (e é), existem tecnologias que podem impulsionar o seu objetivo, como o Customer Relationship Management. Através de ferramentas de CRM, empresas são capazes de estabelecer fluxos de comunicação automatizados e contínuos com suas bases de dados, minimizando possíveis falhas. Além disso, essa tecnologia oferece insights valiosos que podem ser aproveitados para o desenvolvimento de estratégias cada vez mais precisas.

Portanto, avalie as forças e fraquezas do seu site ou e-commerce: como está o tempo de carregamento das páginas? Existem links quebrados? Como está sua estratégia de mídia? Sua equipe está pronta para resolver eventuais problemas que possam surgir?

Precisa de ajuda para aumentar a performance do seu negócio? Fale com a Senso.


Fragmentos de um mundo em construção

O WebSummit deste ano deu palco não apenas para o metaverso, mas para diversos temas como a relevância das comunidades e a corrida pela exploração espacial. A tecnologia e a inovação, temas centrais deste evento, atraíram 160 países e 71.033 pessoas para Lisboa – Portugal, mostrando o interesse na busca de informação para tentar entender as mudanças que estão acontecendo, em uma velocidade muito maior do que o 2X do áudio do nosso WhatsApp.

A presença de 2.226 Startups mostrou a quantidade de pessoas que estão colocando as suas ideias à prova, transformando-as em negócios que possam resolver novos, ou mesmo antigos, problemas, de forma inovadora e no momento certo. Segundo o ministro da transformação digital da Ucrânia, essa é a guerra mais avançada tecnologicamente da história da humanidade, não apenas pelos drones, mas por diversas ferramentas como reconhecimento facial e outras soluções que já estão em uso, e outras que ainda devem ser utilizadas rapidamente. Ele aproveitou a sua fala para estimular os presentes a enviarem projetos que fossem testados e que pudessem ajudar de alguma forma a proteger pessoas.

Outro ponto bastante abordado foi a prática de fazer mais com menos, não apenas sob o ponto de vista dos resultados em performance de vendas ou em números de ROI, mas também na redução de carbono emitido anualmente, para que o planeta não entre em um colapso climático. Reduzir a emissão de 51Bi de toneladas de carbono para 12 ou 10Bi será o desafio mais importante que a humanidade já enfrentou, segundo o presidente da Microsoft, Brad Smith. O evento colocou empresas e profissionais para debater sobre o papel de cada um nessa construção de futuro. O executivo da Shein, famosa por lançar roupas em tempo recorde, afirmou usar dados para reduzir o desperdício em sua cadeia produtiva em até 2%. Só não comentou quanto tempo isso vai demorar para acontecer, já que o mundo tem urgência nessa questão. 

O empoderamento dos usuários fica cada vez mais evidente e o que deve evoluir é o futuro das comunidades a partir de diferentes formatos de monetização. NFTs, blockchain e criptomoedas devem explorar ainda mais esses grupos para conseguirem crescer, até que uma delas se torne suficientemente acessível e atraente para o maior número possível de investidores. 

A Apple destacou a contribuição que os wearables como o Apple Watch podem dar para a medicina moderna, alertando os usuários sobre quando devem procurar um médico, evitando chegar a um momento crítico para a saúde. Mas, antes disso, ainda existem desafios mais básicos sobre como manter a ética na privacidade dos dados.

Destaque para a fala da chefe global de Produto e Marketing da Lego, Julia Goldin, que discorreu sobre a construção da Web3 e do metaverso que, segundo ela, precisa considerar o comportamento das crianças. A questão das soluções integradas ao desenvolvimento, mas preocupadas com o impacto social, permeou grande parte das conversas dos grandes líderes globais, uma vez que é necessário barrar o mau uso das soluções, assunto que não pode ser ignorado pelas empresas de tecnologia, conforme disse a primeira-dama da Ucrânia. 

Ainda sobre metaverso, ocorreram várias tentativas de materializar ou mostrar para que serve. Deverá ser algo entre a tela do celular e o mundo real, e trazer experiências que vão além dos games e reuniões com avatares. 

Enfim, o futuro está claramente em TBD (“to be defined”).


A maturidade digital importa? Sim, e muito!

Apesar de o Brasil ser o país com maior percentual de investimento em Marketing Digital da América Latina, segundo a Latin America Ad Spending *(1), ainda precisamos evoluir bastante para afirmar que estamos em um cenário de maturidade elevada. 

Empresas e agências de publicidade ainda enfrentam diversos desafios. O processo de transformação digital dessas estruturas não acompanha a rápida evolução da tecnologia e todas as suas aplicações. Os últimos dois anos foram fundamentais para essa aceleração, em razão da pandemia, mas ainda assim não é possível afirmar que chegamos ao cenário ideal, se é que vai existir um cenário ideal, já que sabemos que a evolução é constante.

Em um primeiro momento, as empresas entendem por transformação digital apenas investimento em tecnologia, que tem aumentado – 97% das PMEs consideram importante incluir tecnologia no modelo de trabalho de forma permanente *(2) –, porém, esse tema vai muito além disso. Essa transformação precisa estar presente em todas as áreas da empresa, começando de dentro para fora e refletindo de fora para dentro.

Abaixo a lista dos principais pilares quando falamos de maturidade e transformação digital:

  1. Processos, pessoas e cultura: esse é o pilar que torna qualquer plano tangível. Sem o envolvimento das pessoas, criação de processos e revisão da cultura, a mudança será apenas teoria. E esse pilar demanda incentivo e autonomia para as equipes que precisam se envolver desde a gestão até a operação com um mesmo foco.
  1. Investimento e Tecnologia: além do investimento no treinamento das pessoas e na criação de processos, a tecnologia auxilia no controle de tempo e recorrência das ações. O envolvimento de uma área de tecnologia vai auxiliar na integração de ações e na criação do histórico durante a implementação das mudanças e melhorias, não apenas em razão da transformação, mas no ganho de escala.
  1. Jornada: independente do canal de venda ou do ponto de contato que o cliente tem com a empresa durante a jornada de compra ou do processo de escolha e decisão de uma parceria, a unificação e monitoramento das experiências demonstra o nível de maturidade digital. Em muitos casos, um canal é diferente do outro por falta de alinhamento e isso impacta na imagem da marca, podendo confundir o parceiro ou consumidor. Uma jornada unificada transmite segurança e eleva a percepção de maturidade.
  1. Dados e Mensuração: a captação e organização das informações é fundamental para o acompanhamento, entendimento e melhoria constante. Todos os outros pilares fornecem informações que precisam ser agrupadas e analisadas para serem utilizadas na tomada de decisão.

Tudo isso impacta na imagem que a empresa vai ter perante o mercado e em como será o relacionamento interpessoal com clientes e parceiros. E para que esses relacionamentos sejam relevantes, algumas ferramentas de gestão são necessárias, como a implantação de CRM, cibersegurança e softwares que mantenham um padrão de qualidade das informações. 

Portanto, para quem imagina que transformação digital é apenas uma questão de tecnologia, vale reavaliar e entender que a empresa inteira precisa ser envolvida no processo, para que a transformação aconteça de fato.

*(1): Fonte: Latin America Ad Spending: eMarketer’s Updated Estimates and Forecast for 2017”, publicado pela Emarketer em setembro de 2017.

*(2): Fonte: Estudo encomendado pela Microsoft para a agência de comunicação Edelman, publicado em 1/02/2022.


Quatro coisas que você precisa saber sobre a metodologia Agile

Inovação, tecnologia e agilidade. Se o seu dia a dia tem como base essas premissas, você possivelmente já ouviu falar sobre a metodologia Agile, não é mesmo? Conceito criado em 2001, por 17 desenvolvedores de software, o Manifesto Ágil apresenta a visão de seus autores sintetizada em valores e princípios e pode auxiliar times a realizarem entregas melhores, mais rápidas e eficientes.

Quer saber mais sobre o assunto? Então, confira a seguir o material que preparamos com quatro características que você precisa saber sobre a metodologia Agile.

1. Os valores

Criada com o objetivo de melhorar a abordagem ao processo de desenvolvimento tradicional, a metodologia Agile conta com quatro valores que guiam a sua filosofia. São eles: 

“Indivíduos e interações acima de processos e ferramentas”

“Software em funcionamento importa mais do que a documentação completa”; “Colaboração com o cliente acima de negociação contratual”;

“Responder à mudança importa mais do que seguir o planejamento inicial”.

2. Os princípios

Tanto quanto os valores, os princípios da metodologia Agile representam a filosofia a ser aplicada nos mais diversos tipos de processo de gerenciamento de projetos. Eles auxiliam times a realizarem entregas mais velozes e em sintonia com as necessidades de negócios, clientes e usuários. 

Em síntese, os 12 princípios do manifesto, são:

  • Geração de valor;
  • Flexibilidade em prol de vantagens competitivas;
  • Frequência de entregas;
  • União e cooperação diária entre participantes do projeto;
  • Construção de projetos em torno de pessoas motivadas;
  • Comunicação direta e, preferencialmente, face a face;
  • Medição do progresso por meio da funcionalidade dos sistemas;
  • Projetos ágeis promovem ambientes sustentáveis;
  • Aumento da agilidade através da atenção contínua a excelência técnica e design de qualidade;
  • Manter a simplicidade é essencial;
  • Times auto-organizados geram projetos e requisitos de excelência;
  • Para a evolução contínua, é necessária a realização de reflexões e ajustes de comportamento.

3. Versões disponíveis no mercado

Mas, então, o método ágil se aplica apenas ao desenvolvimento de softwares? A resposta é não. Cada vez mais, o mercado busca por soluções ágeis e times que saibam responder rapidamente às mudanças. Por esse motivo, o conceito Agile possibilita a criação de versões que se adaptam aos mais diversos tipos de necessidades. Conheça algumas delas:

Scrum

O Scrum é o framework mais popular da metodologia ágil. Com vantagens como transparência e uma dinâmica que incentiva adaptações ao longo do percurso, o método pode ser aplicado no gerenciamento de projetos e em contextos relacionados a negócios. As atividades devem ser distribuídas e desenvolvidas em períodos de uma a quatro semanas (dependendo do setor), nas chamadas Sprints.

A coordenação do processo normalmente considera profissionais como Product Owner – é o responsável pelo planejamento/produto; Scrum Master – é supervisor do projeto; e a Equipe formada pelas pessoas responsáveis pelas atividades de desenvolvimento.

Para que o processo de desenvolvimento desse trabalho possa ter celeridade e fluir, são feitas cerimônias para o planejamento das atividades, as reuniões diárias ou “Daily“, e reuniões realizadas no final da Sprint “Review”, como retrospectiva para feedbacks e análises de melhorias ou “Learnings”.

Tudo isso para que o próximo projeto seja ainda melhor.

Kanban

O Kanban é anterior à metodologia ágil, – surgiu na década de 60, nas fábricas da Toyota no Japão – tem como base um fluxo de evolução da atividade, composto por uma tabela com o status dividido em três colunas principais: 

  • To do: (tarefas a fazer); 
  • Doing: (tarefas em progresso); 
  • Done (tarefas entregues). 

Essa construção permite que todas as tarefas e seus status sejam visualizados de maneira simples, além de facilitar o fluxo de trabalho, evitando a sobrecarga de membros da equipe.

Outras versões

Além das ferramentas de gestão citadas, existem ainda outras versões de metodologias derivadas do Agile, como:

  • Lean [visa eliminar desperdícios e aumentar o valor] 
  • SMART [foca em definir objetivos e metas]
  • Extreme Programming (XP) [entrega mais qualidade em menos tempo]
  • Design Sprint [utilizada para aceleração no desenvolvimento de protótipos ou Produto Mínimo Viável (MVP)]

4. Os benefícios na prática

É possível perceber que temos diversas ferramentas disponíveis para melhorar a gestão com a aplicação da metodologia Agile, que tem reflexo direto no dia a dia de equipes e projetos. Entre seus principais benefícios, vale destacar:

  • Descentralização de autoridades e maior integração entre membros da equipe;
  • Resposta rápida em situações de imprevistos e mudanças;
  • Aumento da produtividade com fluxo contínuo de entregas e melhor organização de demandas;
  • Maior controle do planejamento;
  • Maior satisfação do cliente.

Os benefícios são percebidos no médio e longo prazo. 

Aqui na Senso, usamos o método ágil em nossos processos, tornando mais próximo o monitoramento de demandas e otimizando ainda mais nossa rotina e a de nossos clientes. E você? Está pronto para aderir a esse formato?